Oxum Opará

Oxum Opará

Em uma época onde os deuses viviam na terra, na região da Nigéria existiu duas jovens irmãs: Oxum e Iansã.
Oxum era deusa do ouro e da prata e tinha poderes sobre o ocultismo, Iansã por sua vez era deusa dos raios, tendo assim poderes sobre eles. Oxum carregava consigo o espelho que mostrava toda verdade oculta. Um belo dia Iansã muito curiosa, pegou o espelho e olhou, viu que era mais bonita que Oxum. Toda aldeia ficou sabendo disso e Oxum ficou muito brava.
Resolveu dar uma lição em sua irmã, colocou em seu

Resolveu dar uma lição em sua irmã, colocou em seu quarto outro espelho, esse mostrava o lado ruim das coisas. Iansã percebendo a troca foi novamente olhar, ficou chocada com o que viu, em vez de ver sua imagem viu um monstro horrível. Entrou numa tristeza profunda e acabou morrendo.

Os deuses mais velhos descobriram a vingança de Oxum, decidiram castigá-la.
Oxum carregaria Iansã em seu corpo eternamente, seis meses seria Oxum com todas suas características e os outros seis meses seria Iansã. Oxum Opará tem em uma das mãos o espelho e na outra a espada que representa Iansã, dizem que ela é uma deusa guerreira e anda ao lado de Ogum, o deus do ferro e da estrada.


Òpárá (Oxum Opará)

Òpárá é tem seu lado meiga e doce, vezes calma como a água e algumas vezes agressiva, revoltada e combatica como a queda d’água da cachoeira.

Muitos mistérios cercam essa divindade, que tem característica de Oxum e Oyá. Uma divindade tão bela em suas manifestações.Por detrás dos panos esconde uma fonte de força incomparável a qualquer Orixá, é a mais bela das Oxuns, carrega um espelho e uma espada, dança com doçura e ao mesmo tempo com agilidade e rapidez nos passos.

Não adimite mentiras e não vê defeitos em seus filhos, gosta de tudo muito bem limpo e seus filhos enxergam coisas de longe (São intuitívos), assim como qualer Oxum dá a seus filhos o poder de ler todo e qualquer Oráculo.

Oxum Òpárá, a Oxum que veste Ouro e Rosa.

Lenda de Osún Òpárá:

Em uma época onde os Orixás viviam na terra, na região da Nigéria existiu duas jovens irmãs: Oxum e Iansã.

Oxum era orixá do ouro e da prata e tinha poderes sobre o ocultismo, Iansã por sua vez era orixá dos raios, tendo assim poderes sobre eles. Oxum carregava consigo o espelho que mostrava toda verdade oculta. Um belo dia Iansã muito curiosa, pegou o espelho e olhou, viu que era mais bonita que Oxum. Toda aldeia ficou sabendo disso e Oxum ficou muito brava.

Resolveu dar uma lição em sua irmã, colocou em seu quarto outro espelho, esse mostrava o lado ruim

das coisas. Iansã percebendo a troca foi novamente olhar, ficou chocada com o que viu, em vez de ver sua imagem viu um monstro horrível. Entrou numa tristeza profunda e acabou morrendo.

Os Orixás mais velhos descobriram a vingança de Oxum, decidiram castigá-la.

Oxum carregaria Iansã em seu corpo eternamente, seis meses seria Oxum com todas suas características e os outros seis meses seria Iansã. Oxum Opará tem em uma das mãos o espelho e na outra a espada que representa Iansã, dizem que ela é uma Orixá guerreira e anda ao lado de Ogum, o Orixá do ferro, da guerra e da estrada.

O AMOR DE OPARÁ E OGUM

Diz uma lenda que Opará era uma moça delicada e inocente que vivia em um vilarejo próximo ao leito do rio Osogbô
Sua cidade era a mais próxima da nascente do rio Osogbò.

Esse fato acabou atraindo os olhos de Ogum, que decidiu conquistar essa terra e o seu povo.

Antes de partir para a guerra Ogum recebeu um recado de Ifá:
“Ogum, nesse lugar você terá que conquistar o povo e principalmente um coração, pois seu coração será conquistado.”

Entretanto Opará soube que sua tribo iria ser atacada de surpresa.
Decidiu então reunir o seu povo e os ensinou a lutar.
Tanta força e coragem surpreenderam a todos: Como podia uma moça tão frágil e indefesa ter tanta força e coragem?

Quando Ogum lá chegou encontrou um povo pronto para guerrear.
E assim começou a guerra entre as tribos.
Foram dias duros.
Ogum pensava: “quem seria esse guerreiro que o enfrentava tão ferrenhamente? quem comandava esse povo inimigo?”.
Essa foi uma das batalhas mais duras que Ogum tinha enfrentado.
Algo não saia da cabeça de Ogum: Quem era que estava comandando o povo inimigo? Quem era o guerreiro?

Mas, como em toda guerra, Ogum conseguiu vencer!
Então pediu para ver quem era o corajoso guerreiro que ousou enfrentá-lo.
Para seu espanto foi então que ele descobriu que o guerreiro na verdade era uma linda moça, negra como o ébano, de lábios grossos e olhar inocente.
Ele então a desposou e a fez rainha.
Desde então toda grande batalha Ogum leva Opará.

Opará usa o azul clarinho e o dourado, usa braceletes e uma couraça (aqui por ser uma Oxum guerreira), usa uma argola dourada no pescoço, em sua roupa o baba/iya também pode estar colocando objetos de ferro ornamentando essa roupa

COMIDA
Omolokun com ovos, um pouco mais carregado no dendê, pela sua sua ligação com Ogum
Por isso também está ligada ao mariwô.
COR
Sua cor é dourada e também pode se colocar em suas roupas a cor rosa, ssim como pencas de metal jogadas na saia, afinal está ligada ao metal. (Ogum)

OS FILHOS DE OXUM OPARÁ/ APARÁ
Seus filhos, normalmente têm as mesmas características do Orixá.
São pessoas de boa índole, porem não aceitam serem mandadas por ninguém.
Normalmente eles sempre são os donos das situações, tomando sempre à frente, para que nada saia de errado.
Seus filhos são autênticos e de personalidade forte.
Carregam consigo as magoas e tristezas da vida.
Têm poucos amigos e sempre são ponderadas e justas.
Às vezes a sua sinceridade chega a machucar.
São vaidosas, porém não vivem em prol do seu ego.
Têm um lado espiritual muito aflorado para o ocultismo.
Adoram presentear as pessoas.
São pacientes até certo ponto.
Odeiam mentira e não aceitam traição.
Os filhos da Oxum Opará em algumas fases estão mais carinhosos, dengosos, como a Oxum.
Outras vezes mais guerreiros, lutadores, valentes como a Iansã.
Como acontece com as águas, nunca se pode prever o estado em que encontraremos os filhos de Apará.
Também não podemos segurá-los em nossas mãos.
Briguentos, aventureiros e dificilmente choram.
São altamente intuitivas, logo percebem a falsidade ou a sinceridade das pessoas.

Quando gostam de alguém gostam de verdade, mas quando não gostam não gostam mesmo.

      Oxum na Cachoeira - Umbanda Magia e Força II

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