Mensagem de Ogum

Por pior que pareça o momento por que passas, espera e confia.

OGUM não desampara seus filhos jamais.

Nós é que muitas vezes nos afastamos Dele.

Nos momentos de dificuldade, de dor, de perigo e turbulência, elevemos nosso pensamento a OGUM entreguemo-nos a Ele com a certeza de que não estamos sós.

OGUM, através de seus mensageiros,

sempre nos mostrará uma saída para as dificuldades e problemas por que passamos, bastando para isso que confiemos na sua Divina Providência, que não falha nunca.

As dificuldades pelas quais todos nós passamos são as lições necessárias ao nosso aprendizado, crescimento e evolução. Ainda somos espíritos imperfeitos, buscando o aprimoramento e a perfeição para a qual fomos criados.

Enchamos nossos corações de esperança e alegria, pois tudo neste mundo é transitório e somente o bem, a paz e a felicidade permanecerão por toda a eternidade!

Patacori Ogum! Ogunhê!

Por que aconteceu comigo?

Cada um de nós tem um fardo a carregar, uns mais pesados, outros mais leves, mas todos têm.

Ninguém passará por nós aquilo que tivermos de passar.

Cada um de nós hoje colhe aquilo que semeou no passado.

Então há momentos em que podemos passar por uma grande tribulação, chegando ao ponto de pensarmos em desistir de tudo e de perdermos totalmente a esperança e a fé. Aí perguntamos: Por que comigo?

Antes de indagarmos as razões de passarmos por determinadas dificuldades, temos que pensar que o acaso não existe.

E o mais importante: Deus não erra. Ele tem o controle total de todas as situações. Logo, se passamos pela dor, certamente ela nos é necessária como remédio amargo para nossa corrigenda.

Também não culpemos a Deus ou ao outro pelas nossas desventuras e infortúnios, pois se analisarmos a situação com sinceridade descobriremos que a causa da dor está em nós mesmos.

Somos nossos próprios algozes, pois o orgulho, a vaidade e o egoísmo ainda imperam dentro de nós. Portanto, tratemos de nos melhorarmos, buscando colocar em prática os ensinamentos do Cristo. Se agirmos de conformidade com as Leis Divinas não teremos mais motivos para dor e sofrimento. Pensemos nisso.

Gotas de Paz

      Track 1 - Mestre Pai João

Sabedoria de Preto-velho

Filho, coloque todos os seus planos e sonhos nas mãos de Deus.

Sem medo, nem dúvidas…
Apenas gratidão pelo que já foi e mais ainda pelo que virá!
Acredite nas sua intuições…
O mais sábio mestre está dentro de nós!
Adorei as Almas

Você acredita nos seus Guias?

Em nossa religião, temos diversos guias, mestres e mentores, que são espíritos em evolução,

outros em ascensão plena e outros até evoluídos, que direcionam os trabalhos de Umbanda em outro plano amparados pelos Sagrados Orixás.

Analisando isso, somos muito bem amparados e guiados, por espíritos que nos amam e que tem uma afinidade ímpar conosco. Muitos de nossos guias mais próximos possuem uma ligação familiar de muitas vidas passadas e trazem como missão nesta passagem da vida nos amparar e nos guias conforme nossas necessidades e merecimentos em cada momento de nossas vidas.
Mas a grande pergunta é: você acredita no seu guia, ou na sua banda?
Vejo muitos médiuns de Umbanda, por muitas vezes duvidarem do trabalho dos seus guias e até mesmo questionando suas orientações para com você e outras pessoas.

Vejo também a famosa frase: “Mas meu Guia não me ajuda por que”? Só ajuda os outros?
Devemos primeiro entender que nós médiuns somos canais, veículos de espíritos evoluídos que nos guiam, orientam e ajudam a quem necessitar e merecer (inclusive nós).
Não confunda seus medos, sua incertezas com a força e a capacidade dos seus guias.

Nossos guias nos ajudam o máximo que podem, dentro da Lei Maior e da Justiça Divina, e se por algum momento de sua vida eles “não te ajudarem”, pode ter certeza: é um momento que você deve firmar suas pernas no chão, ser forte e adentrar de cara na situação, pois a sua vida quem deve viver é você.
Nossos guias não são muletas ou muito menos babás, para ficar nos mimando ou nos bajulando.

Os guias são espíritos que nos fazem crescer, pensar e principalmente sermos racionais assim andando com nossas próprias pernas.
Quando a incerteza bater em sua porta, a vaidade, e o ego tentarem te acolher, firme sua cabeça em Deus, nos Orixás, e em seus guias.

Pode ter certeza que se você acreditar, o seu mundo irá mudar, seus guias lhe mostraram o caminho para você percorrer.

Suas decisões você que deve tomar e aceitar as consequências também.
Não importa se você errar, falhar, cair, os guias sempre irão te amparar, desde que você confie neles e em Deus e tenha plena certeza de que você está aqui para aprender, seja lá como for.
Confie em você, na sua natureza, e com certeza através dessa confiança seus guias se manifestarão em sua vida naturalmente e com muito poder de realização.
Confie.

Como devemos encarar a ingratidão na Umbanda Uma das primeiras lições que aprendi na Umbanda foi a de que não devemos cobrar a gratidão das pessoas que buscam ajuda nos terreiros.

Mas por quê?

Se a ingratidão é algo tão reprovável?

Dói auxiliar alguém e nem receber um obrigado.

Mesmo entre nós médiuns existem esse comportamento. Só sabemos pedir e nunca estamos satisfeitos.

Sempre queremos mais. Mas quando a Umbanda precisa de nossos préstimos, temos sempre uma desculpa na ponta da língua.

Pois bem, se a ingratidão nos faz tanto mal, não seria justo reprovar essas pessoas?

A resposta é NÃO.

Pois já recebemos o pagamento antes mesmo de realizarmos os trabalhos nos terreiros. Não temos o que cobrar, já fomos pagos.

É isso mesmo. Já fomos pagos. Diferente dos homens, DEUS paga sempre adiantado.

Vejamos: Ele nos deu a vida.

Nos deu a inteligência para que pudéssemos discernir o certo do errado.

Nos deu a visão para que pudéssemos contemplar esse planeta maravilhoso.

Nos deu a audição para que pudéssemos ouvir o canto dos pássaros, o som do mar, dos ventos, da chuva.

Nos deu as mãos e os braços para que pudéssemos trabalhar.

Nos deu os pés e as pernas para que pudéssemos caminhar.

Nos deu o alimento para matar nossa fome.

Nos deu água para matar nossa sede.

Nos deu o ar para que pudéssemos respirar.

Enfim, nos deu todos os recursos para que pudéssemos viver.

Deu tudo isso e muito mais.

E continua nos dando ao longo de nossa existência.

E quanto nós pagamos por isso? A resposta é NADA. Por isso já recebemos nosso pagamento adiantado.

Não há o que discutir.

A Umbanda é uma das vias mais perfeitas para que possamos retribuir essa dádiva.

Quando trabalhamos no terreiro praticando a caridade, estamos apenas retribuindo aquilo que recebemos.

Por isso não podemos cobrar nada de quem nos procura.

Nem cobrar em dinheiro nem cobrar um “muito obrigado”.

Quem se propõe a fazer a caridade não deve esperar pela gratidão.

Sobre Ogum Xoroquê e sua Lenda (história)

A Lenda de Ogum Xoroquê também cultuado em casas de Candomblé conta que uma vez ao voltar de uma caçada não encontrou vinho de palma (ele devia estar com muita sede), e zangou-se de tal maneira que irado subiu a um monte ou montanha e Xoroquê (gritou Ferozmente ou cortou cruelmente do alto da montanha ou monte), cobrindo-se de sangue e fogo e vestiu-se somente com o mariwo, esse Ogum furioso chamado agora de Xoroquê, foi para longe para outros reinos, para as terras dos Ibos, para o Daomé, ate para o lado dos Ashantis, sempre furioso, Guerreando, lutando, invadindo e conquistando.

Com um comportamento raivoso que muitos chegaram a pensar tratar-se de Exú zangado por não ter recebido suas oferendas ou que ele tivesse se transformado num Exu (talvez seja por isso que chegue a ser tratado como sendo metade exu por muitos do candomblé). Antes que ele chegasse a Ire, um Oluwo que vivia lá recomendou aos habitantes que oferecessem a Xoroquê, um Aja (cachorro), Exu (inhame), e muito vinho de palma, também recomendou que, com o corpo prostrado ao chão, em sinal de respeito recitassem o seus orikis, e tocadores tocassem em seu louvor.

Sendo assim todos fizeram o que lhes havia sido recomendado só que o Rei não seguiu os conselho, e quando Xoroquê chegou foi logo matando o Rei, e antes que ele matasse a população Eles fizeram o recomendado e acalmaram Xoroquê, que se acalmou e se proclamou Rei de Ire sendo assim toda vez que Xoroquê se zanga ele sai para o mundo para guerrear e descontar sua ira chegando ate a ser considerado um Exu e quando retorna a Ire volta a sua característica de Ogum guerreiro e vitorioso Rei de Ire. Escute Cantigas de Ogum Orixá em canticos do Candomblé.

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