Intolerância Religiosa

Antes de Abordar o tema Intolerância Religiosa, gostaria de deixar no Ar uma pergunta:
” Qual é a diferença do seu Deus, se ele é um só”.

              Por favor aguarde carregar os vídeos.


Acredito que não é necessario se falar mais nada as imagens falam por si só.
Deixo apenas a Mensagem final:
” Nós umbandistas, não somos melhores e nem piores do que ninguém, queremos apenas cultuar nossos guias, protetores e Orixás em paz”.

PAI ANTONIO DE ANGOLA

Pai Antonio de Angola nasceu na África, na cidade Angola, e como tantos outros negros e negras veio para o Brasil traficado.

Chegando em terras brasileiras, Pai Antonio foi levado para o Estado do Pernambuco, onde serviu como escravo em uma fazenda de cana de açúcar.

Após o seu desencarne Pai Antonio foi conduzido até a Aruanda, onde ficou por muito tempo em tratamento.

Após seu restabelecimento, Pai Antonio iniciou um período de profundo estudo, aperfeiçoamento e evolução de seu espírito, onde, por merecimento, conseguiu o título de Sacerdote.

Quando estava preparado para retornar a terra como espírito trabalhador do Cristo, foi lhe dada a opção de retornar como Sacerdote em algum templo da África, sua terra natal, contudo Pai Antonio optou por prestar a caridade nas terras onde ocorreu o seu desencarne, ou seja no Brasil.

Na Aruanda, Pai Antonio de Angola foi procurado por um negro velho chamado Pai Chico Preto Baiano, que lhe propôs uma parceira de trabalho.

Pai Chico Preto relatou que tinha planos de abrir um Templo de Umbanda na cidade de Cuiabá/MT e inclusive já havia encontrado o médium que iria fazer o trabalho de abertura e direção desta casa, ou seja, o Médium Antonio Carlos Tenuta, juntamente com seu mentor espiritual, Pai Severino da Bahia.

Esta equipe escolhida por Pai Chico já trabalhava juntos em outra casa de umbanda na cidade de Rondonópolis/MT, também pertencente ao Pai Chico Preto. Pai Chico ponderou a Pai Antonio que para abertura desta casa em Cuiabá/MT havia a necessidade de um Sacerdote para o templo, e assim convidou Pai Antonio para fazer parte de sua casa.

Pai Antonio depois de refletir e tomar conhecimento das leis da casa de Pai Chico, procurou o médium Antonio Carlos para verificar a afinidade entre ambos, estudando este médium por pelo menos um mês, e, após ser constatada a afinidade entre ambos, o trabalho de caridade iniciou-se.

Questionado quanto ao que entendia como afinidade entre um médium e seu mensageiro, Pai Antonio respondeu que a afinidade está ligada primeiramente aos sentimentos, o amor e a humildade que cada médium carrega dentro de si, após a afinidade está ligada a disciplina deste médium, sua assiduidade nos trabalhos, seu compromisso com a missão, uma vez que o mensageiro sabendo de sua responsabilidade tem que buscar médiuns que conseguirão levar o trabalho confiado até o fim.

Pai Chico havia também relatado a Pai Antonio que buscava para sua casa trabalhos na área de cura e como Pai Antonio já havia sido médico em uma de suas encarnações, aceitou o convite de também prestar a caridade na área da saúde, onde atua até os presentes dias. Embora Pai Antonio seja um mensageiro que atue apenas na área da cura no T.U. Santa Rita, também, assim como Pai Severino da Bahia, tem vasto conhecimento das técnicas de desobsessão e possessão.

Pai Antonio atualmente trabalha em três casas de umbanda, uma no Estado de Pernambuco, outra no Estado de Salvador e a terceira no Mato Grosso, no Templo de Umbanda Santa Rita, no passado também atuou em uma casa de umbanda no Estado do Rio de Janeiro. A equipe de trabalho de Pai Antonio, em sua maioria é formada por mensageiros que atuam na área da saúde, para assim o auxiliarem nos trabalhos. Pai Antonio de Angola, ao final, deixou uma bonita mensagem aos seus filhos: “Meus filhos, tenham compromisso com a sua missão, tenham compromisso com esta Umbanda.

Compromisso este que você firmaram no momento de sua reencarnação, assumam este compromisso e agradeçam a Deus a oportunidade de resgatar suas falhas através deste compromisso.

Todos sabemos que a mediunidade não é fácil, e vocês sabem disso, é um caminho árduo e as na maioria das vezes sofrido, mas trata-se de um resgate, e resgate necessita de atitude e inteligência, pois resgate é recuperação.

É preciso ter amor no coração, pois sem o amor não existe o perdão e um médium que não ama, não consegue praticar a caridade.

Quem não ama a si, não ama ao próximo e não doa amor aos seus mensageiros. Filhos de Umbanda não tem querer, tem dever!”

 

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