Frustrações

Frustrações

Frustrações na vida são inevitáveis
Pense que enquanto viveres por aqui você se decepcionará com alguém e geralmente as frustrações acontecem com as pessoas aos quais mais amamos. Não deveria ser assim, mas é. Tanto quanto amanhã é um novo dia da mesma maneira alguém vai te frustrar. Somos assim, temos a tendência de nunca agradar, isso porque a causa maior de todas as nossas motivações somos nós mesmos. Essa insatisfação que procede dentro de nossa própria natureza egoísta, frustra-nos a nós mesmos quando pensamos em ter atitudes altruístas e às vezes nos quedamos surpreso e decepcionados por causa da nossa vã consistência. Bem se é para me conformar diante das frustrações acho que esses argumentos são suficientes para entendermos que precisamos ser bons alunos na escola da vida. As frustrações vem sobre dois tipos de pessoas no mundo. As fracas e as fortes. Ao fracos, restam o isolamento, auto comiseração e a amargura e o julgamento e deixar-se vencer por esses sentimentos medíocres e passar por essa vida sem perceber a beleza das cores assistir os acontecimento do mundo em preto e branco. A melhor coisa para os fracos é ir morar no lado escuro da lua. Para os fortes é a grande oportunidade de amadurecer. Os fortes aprenderão a arte da tolerância, da paciência, do perdão. Os fortes avaliarão o outro lado das perdas. Como um escultor que da forma ao mármore frio pelo cinzel, os fortes esculpirão suas personalidades, tendo coragem para viver e humildade para vencer. Lembrem-se As frustrações são obstáculos imprevisíveis para você ver as belezas da vida na adversidade e nas contrariedades.

COMO ACEITAR A IMPERFEIÇÃO

Como aceitar a imperfeição Como a vida humana é imperfeita. É impossível não termos frustrações.

Durante nossa existência fomos, somos e seremos surpreendidos com um mundo que acontece diferente do que nós gostaríamos. A todo instante, nos deparamos com dificuldades e nos desapontamos.

E, em geral, frustrações não tão pequena, vez por outra, nos deparamos com a perda de alguém que amamos, com o fracasso no vestibular, com alguma derrota profissional, com o desemprego, com uma traição, com alguma doença grave etc. Tudo isso nos causa irritação, tristeza e nos sentimos impotentes.

É a sensação de frustração diante das perdas ou da ameaça de perder. Se olharmos para a nossa vida e das outras pessoas, veremos que o fenômeno mais constante é exatamente a perda e a frustração decorrente dela. Desde a perda do útero materno, dos seios da mãe, do conforto do lar ao ir para a escola, das decepções amorosas na adolescência, dos problemas profissionais, financeiros ou de saúde.

O problema, portanto, não é a frustração. É como nos colocamos diante dela.

Algumas pessoas reagem melhor que outras às frustrações da vida. Enquanto umas toleram graves situações, apesar da tristeza e partem para novas conquistas, outras, à menor dificuldade, se recolhem e ficam prostradas. Há algumas coisas em comum para as pessoas desse segundo tipo.

Primeiro, a facilidade para levar a sério as próprias fantasias. É a luta entre a realidade e os torturadores “deverias” da nossa cabeça. Se eu era uma esposa tão boa e dedicada, não “deveria” ter sido abandonada.

Se eu estudei tanto, “não deveria” ter perdido o vestibular. Se eu…Ocorre que o mundo nem sempre acontece de acordo com os nossos desejos.

Por isso, podemos desejar tudo o que quisermos, mas não podemos levar tão a sério os nossos desejos. Aprender a ver e lidar com as situações reais e gastar menos energia em lamentar as coisas, enfatizando como deveriam ser. Segundo, a sensação de injustiça que acompanha as pessoas quando se frustram.

Essa sensação de injustiça é fruto de nossa vaidade, de nos levarmos a sério demais, de nos atribuirmos uma importância que, na verdade, não temos, diante da vida e do Universo.

Do alto de nossa onipotência, estamos sempre achando que o mundo existe para nos satisfazer e que nunca podemos ser contrariados.

A falta de limites na infância nos prepara para a dificuldade de adaptação ao imprevisto, às contrariedades, às perdas. Nos momentos de frustração, é muito comum, além da raiva, às vezes descontrolada, a pessoa se perguntar: “Por que comigo?” Se entendermos que a vida não privilegia ninguém; se contemplarmos a semelhança humana na imperfeição e nas perdas durante a vida, a verdadeira pergunta diante dos obstáculos seria mais humilde: “Por que não comigo?” Em terceiro lugar, o sentimento de culpa, sempre presente na frustração. O que mais dói, nesse momento, é o desconforto interno por nos sentirmos culpados pelo que ocorreu ou está ocorrendo. Ninguém tem domínio total sobre a realidade.

Muitos acontecimentos que ocorrem não dependem de nossa competência ou habilidade.

Aceitar a nossa impotência diante de determinados fatos é melhor que nos acusarmos por eles.

A terrível frase: “Querer é poder” é responsável por grandes sensações de fracasso. Daí a outra frase comum nesses momentos: “Se eu soubesse…” Se eu soubesse com antecedência o que iria acontecer, eu seria… Deus. Quando não alargarmos o nosso limiar de frustração e a enfrentarmos de maneira construtiva, ela pode se transformar em depressão.

Como fazer isso? Perdoar-se pela imperfeição e a do mundo. Saber que, em geral, as coisas e as pessoas são o que são e não o que “eu” gostaria que fossem.

Não dramatizar excessivamente, exagerando os problemas. Tudo passa. Não apegar-se à postura de vítima, de injustiçado, de pobre coitado. Não cultivar uma visão amarga da vida, só vendo o lado negativo.

Não levar nada muito a sério. Nem a vida, nem você!

COLUNA DE ANTONIO ROBERTO SOARES

www.antoniorobertosoares.com.br Artigo publicado no Jornal Estado de Minas Caderno Bem Viver Data: 22/09/2002

 

 

“Não importa quão desencorajado você possa estar, Deus nunca lhe pediu para fazer o impossível. ”

Você pode estar se perguntando o que essa Página tem haver com a umbanda.
Minha intenção é mostrar a você uma das linhas da umbanda e seu campo de atuação.
Estou falando da linha dos Preto-velhos.
E do seu campo de Atuação: O nosso emocional.
Os preto-velhos apesar da aparência simples, é bom que não se confunda simplicidade com ignorância.
São habilidosos conselheiros que conseguem captar as nossas emoções e nos ajudam a reorganizar nossos pensamentos e corrigir nossas ações.
Sempre que um filho de santo ou consulente se apresenta diante de um preto velho, com qualquer tipo de desordem emocional.
Os preto-velhos procuram de todas as formas acalmarem aquele filho, conversar sobre as causas da raiva ou frustração, o faz compreender que uma mente perturbada, endurece um coração.
A solução de um problema esta dentro dele mesmo.
Só conseguimos crescer quando aprendemos a lidar com nossos sentimentos.
Agir por impulso não leva ninguém a lugar nenhum.
A umbanda prega a reforma intima.
Diz que uma pessoa só muda de atitude quando assim ela desejar.
Nada muda se nós não mudarmos primeiro, as mudanças vem de dentro pra fora.
Os maiores vencedores foram aqueles que conseguiram vencer a si mesmo.
Ao se sentir frustrado, pare por um momento e calmamente considere as suas circunstâncias
Em vez de pensar em mil e uma maneiras de reclamar ou sentir pena de si mesmo, pense em uma maneira de dar um passo à frente. A seguir, dê esse passo e você vai perceber que a frustração logo se transformará em algo benéfico. Frustração é algo poderoso, mas não pode e nem deve levá-lo para baixo. Transforme a frustração num alvo positivo porque esse alvo pode levá-lo para muito longe.
Que corrente sagrada dos preto-velhos te abençoe.

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