Caridade no lar

Caridade no lar (casa)

Sempre nos é passado, pelas nossas amadas ENTIDADES trabalhadoras da UMBANDA.
Que “A CARIDADE COMEÇA EM CASA.”
E está é uma verdade incontestável.
Pelo simples fato que todo o ALICERCE para a formação de um SER HUMANO nos vastos CAMPOS DO APRENDIZADO.
Se é necessário o EQUILÍBRIO dentro do LAR.
E esse EQUILÍBRIO precisa estar evidente no caminho de um Pai de santo/Mãe de santo, DIRIGENTE, MÉDIUM COMUM, CAMBONO, ATABAQUEIROS (OGÃS) e até mesmo ASSISTÊNCIA.

Mais principalmente aqueles que compõe a CORRENTE MEDIÚNICA.
Do que adianta o SER sair em desequilíbrio de seu LAR .
Se as coisas não vão lá muito bem.
Deixe tudo encaminhado para que possa estar levando as bençãos que irá receber.
Para a harmonização do seu lar.
E o mais importante a harmônia que se receber, deixar essa se perpetuar.
Muitos podem até dizer:
“A mais não vou estar bem todos os dias, sou humano.”
Exatamente.
E tenho um adentro (definições), diante desta situação.

“ERRAR POR FALTA DE CONHECIMENTO É UMA COISA.”
“E ERRAR QUANDO SE TEM O CONHECIMENTO JÁ É OUTRA.”

Vamos colocar de uma forma de fácil entendimento.
Imagine hoje é o dia do SER (médium) estar no TERREIRO (CENTRO) para cumprir com suas OBRIGAÇÕES (COMPROMISSOS) espirituais. E sabendo que suas OBRIGAÇÕES são de NATUREZA ESPIRITUAL.
O que ELE (MÉDIUM) vai estar levando para aqueles que vão a busca, será que ELE (MÉDIUM) vai estar preparado, equilibrado para doar à ENTIDADE e ASSISTÊNCIA o que cada qual necessita.
Do que adianta o MÉDIUM com o CARGO que se tenha dento do TERREIRO (CENTRO).
Estar em desequilíbrio dentro de seu LAR.
ELE se torna um ALVO FÁCIL.

“E DEVEMOS NOS LEMBRAR QUE A CARIDADE PRATICADA NO TERREIRO COM NOSSAS ENTIDADES ARRIADAS (incorporadas/acopladas). SÃO DE EXCLUSIVA AUTORIA DELAS.”

Podem até perguntar e ao cedermos a nossa matéria para INCORPORAÇÃO/ACOPLAÇÃO das ENTIDADES não estamos fazendo CARIDADE.
Sim, mais vamos colocar a CARIDADE EM PORCENTAGEM.
Seja na mediunidade: CONSCIENTE, SEMI-CONSCIENTE ou INCONSCIENTE.

99% da ENTIDADE – 01% do MÉDIUM.

Por isso é sempre recomendado pelas mesmas.

“A CARIDADE COMEÇA EM CASA.”

Na tolerância com os seus, naqueles que lhe são próximos.
E muitas vezes até e pedido para que olhe para seus semelhantes que se encontram em leitos (hospitais)….então por estas e outras coisas.
Que toda CORRENTE MEDIÚNICA desde PDS/MDS (DIRIGENTE) MÉDIUM COMUM (SEM CARGO), CAMBONOS, TABAQUEIROS (OGÃS).
E até mesmo a ASSISTÊNCIA que é preparada para AUXILIAR.
Pelo simples fato que na ASSISTÊNCIA se existe muitos MÉDIUNS que doam seu ECTOPLASMA.
Antes de nós direcionarmos à um TERREIRO (CENTRO) dizendo:
“EU VOU FAZER CARIDADE.”
Mudemos a frase e digamos:
“DENTRO DO TERREIRO (CENTRO)EU VOU ME DOAR PARA QUE A ENTIDADE PRATIQUE À CARIDADE.”

Pelo simples fato que a CARIDADE mais próxima e reformuladora (ato de reformular), está no próprio LAR. É no LAR que o MÉDIUM tem uma das maiores oportunidades.
Saravá!!!
(Por José B. Silva)

Para refletir.

Deus escreve certo, por linhas tortas… assim diz o ditado.
Muitas vezes não compreendemos muito bem Seus desígnios, questionamos, choramos, ficamos tristes ou indignados.
Analisando nossa caminhada nesta existência, encontramos provas de Sua sabedoria, aquela sabedoria que é muito maior que a nossa.
Aquela sabedoria que nos ensina a andar e a trilhar novos caminhos nos conduzindo a novos horizontes, a novos amores, a novos amigos, a novos destinos.
Deus é tão poderoso que quando pensamos estar desamparados, na verdade, Ele nos está carregando nos braços.
Cada vez mais podemos aprender, a cada dia que passa devemos nos render, abaixar nossa cabeça em sinal de reconhecimento.
Livre arbítrio. É o que temos. É o que muitas vezes não entendemos ou não sabemos usá-lo. Rica é a pessoa que sabe compreender e tê-lo de forma verdadeira e honesta.
Podemos sentir paz ao pensar nisso, em abrir nossos braços para receber um amigo ou uma amiga, um amor ou um novo desafio de vida, uma nova tarefa, um novo caminho.
O nosso desejo sincero e pedido implorado é que Deus nos ensine cada vez mais, que nos mostre onde erramos, onde acertamos, onde devemos ir, quem devemos abraçar, quem devemos amar, quem devemos ajudar, a quem devemos ter piedade e a quem devemos ter compaixão.
Abaixemos nossa cabeça quantas vezes forem necessárias para que possamos aprender.
Peçamos a Ele o amparo, a benção, o amor de Pai, a compaixão, a benevolência Divina todos os dias de nossa vida para que nós possamos trilhar os caminhos que sabemos que são os corretos pois o que pensamos realmente, é que não somos ninguém nesta vida, iremos voltar ao pó, não levaremos nada daqui, apenas levaremos nossas ações, nossa verdade, nossos sentimentos, nossa humildade se a tivermos, assim como nosso amor se o tivermos também e nosso espírito se não o tivermos vendido.
” O Senhor escuta as preces daqueles que pedem para esquecer o ódio. Mas está surdo aos que querem fugir do amor.”
“Chegamos exatamente onde precisamos chegar porque a mão de Deus sempre guia aquele que segue seu caminho com fé.”
“A melhor maneira de mergulhar em Deus é através do amor.”
“Somente os homens e mulheres com a sagrada chama no coração possuem o valor de enfrentar a Deus. E somente estes conhecem o caminho de volta para Seu amor, porque entendem finalmente que a tragédia não é um castigo, mas sim um desafio.”
“Deus está onde o deixam entrar.”
“As palavras de Deus estão escondidas no mundo que nos rodeia. Basta prestar atenção ao que acontece em nossa vida para descobrir em qualquer momento do dia onde Ele esconde suas palavras e sua vontade.”

Acabou o diálogo?

E agora?

Muitos casais permanecem juntos vivendo vidas separadas por um silêncio insuportável.Será que esta incomunicabilidade dentro de casa é intransponível?

Quando o silêncio se instala entre o casal, as esperanças e os projetos de vida do início do romance cedem lugar a uma triste e desgastada solidão a dois.

Por mais que se queira, tudo o que não é dito não fica claro pode ser traduzido em diversos significados.

“A falta de comunicação entre pessoas que moram juntas é uma situação bastante comum”, diz a terapeuta Virgínia Cavalcanti. “Não são poucas as ocasiões em que recebo clientes no meu consultório, homens e mulheres que há anos não conversam com parceiros com quem vivem sob o mesmo teto, a não ser sobre o indispensável.

As queixas de ambos os lados são as mesmas. “Ele(a) não me escuta, nem adianta eu falar”. “Quando chega a hora de voltar pra casa é um inferno, fico fazendo hora na rua”, e assim por diante.

Por força da sua própria natureza, o silêncio dá margem a infinitas interpretações. O que fazer?

Se você está vivendo uma situação de falta de diálogo, procure identificar as causas da falta de comunicação do parceiro ou sua. Ajudará muito a dissolver o gelo e chegar a um entendimento.

Veja aqui algumas das razões que, freqüentemente, se encontram por trás do silêncio passageiro ou constante.

O silêncio culpado:

Atitude comum de defesa quando um dos parceiros se sente culpado em relação ao outro e foge, trancando-se na falta de comunicação. Evitar falar é uma forma não encarar a situação.

O silêncio-inseguro:

Muito comum. Funciona como uma forma de defesa das pessoas que temem não serem aceitas como são. Como têm baixa autoestima, disfarçam seus possíveis defeitos e erros calando a boca, como se isto os tornassem invisíveis e imperceptíveis para o outro.

O silêncio-punitivo:

Acontece quando um dos parceiros resolve castigar o outro ignorando-o, como se aquele não existisse. Pode ser enlouquecedor quando o parceiro não tem a menor idéia da razão que levou o outro a se calar.

O silêncio-tédio:

Quando não há mais objetivos nem interesses comuns, a convivência perde o sentido e o silêncio sinaliza a falta de afinidade entre o casal.

O silêncio-pra-cutucar:

É o que pretende despertar o outro, como uma alfinetada. Ou chatear, como uma implicância.

O silêncio-magoado:

É aquele que se instaura em decorrência de algo que o outro fez e provocou mágoa. Se a questão não for falada e elaborada pelos dois, pode se transformar em feridas profundas, às vezes, irreversíveis.

O silêncio-expectativa:

É o que espera que o outro perceba o quanto se precisa dele e bata à nossa porta. É um pedido mudo de atenção e de ajuda.

O silêncio desesperado:

É usado, geralmente, como recurso extremo quando alguém não acha mais palavras para se fazer presente, para se fazer entender.

O silêncio-desprezo:

É utilizado para demonstrar à outra pessoa alguma coisa de ruim que se pensa ou se sente a respeito dela. Por alguma razão, não se consegue verbalizar o motivo deste desprezo. Ou, quando se consegue, o silêncio é utilizado para reforçar o que se disse.

O silêncio-indiferente:

É aquele que acontece quando o parceiro(a) não desperta mais nada no outro.

O silêncio-ofendido:

Há casos de pessoas que passam longos períodos, mesmo anos sem dirigir a palavra a alguém que os ofendeu, mesmo vivendo sob o mesmo teto.

O silêncio-fim-de-caso:

É usado como forma de mostrar que o amor chegou ao fim. às vezes, ocorre espontaneamente, com o esvaziamento da relação. às vezes, é a única maneira de mostrar, através da ausência de palavras, aquilo que não se tem coragem de falar.

O silêncio-birra:

É uma atitude infantil, uma “malcriação” de quem não tem maturidade suficiente para enfrentar as dificuldades, muito menos para verbalizar. Geralmente é passageiro e não causa grandes danos.

O silencio-controlador:

É praticado por quem acredita que pode manter o outro preso pela necessidade de entender o que este silêncio esconde.

Ou por quem não sabe claramente como conduzir um momento complicado.

É o silêncio que nada resolve, que adia soluções.

Paula Lemos

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