Batizando na Umbanda

Batizando na Umbanda

Abaixo você verá Algumas Cenas de Batismo na Umbanda.

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“Fios, nunca isqueci, hoji suncêis tem um monti di máquina pra fazê as cumida rápida, mais u gosto qui nunca sai das memória tava nas mãos dus antigo, qui num pricisava di receita pra fazê coisa gostosa, mais gostosa di otro jeitu, era cumida qui tinha gostu di felicidade, quem nunca cumeu cumida di vó qui tinha gostu di discanso, aqueli gosto qui fazia inté u ispritu suspiradi gosto.
Pois é fios, as técnologia é pratica sim, isso é evolução, mais as mão humana tem u toqui qui maquina ninhuma podi imita.
Intão nega termina essi prozeado com uma mensagi só, antis di pensa nas mensagi bunita do amô i essas coisa tuda, pensi antis im dá um abraçu bem apertadu, qui num usa palavra ninhuma pra dize tudo u necessário”

Ditado pelo espírito de Mãe Ermelinda das Almas

O que é a Reforma íntima?

Ney Prieto Peres

A Reforma Íntima é um processo contínuo de auto conhecimento da nossa intimidade espiritual, modelando-nos progressivamente na vivência evangélica, em todos os sentidos da nossa existência.

É a transformação do homem velho, carregado de tendências e erros seculares, no homem novo, atuante na implantação dos ensinamentos o Divino Mestre, dentro e fora de si. Por que a Reforma Íntima?

Porque é o meio de nos libertarmos das imperfeições e de fazermos objetivamente o trabalho de burilamento dentro de nós, conduzindo-nos compativelmente com as aspirações que nos levam ao aprimoramento do nosso espírito.

Para que a Reforma Íntima? Para transformar o homem e a partir dele, toda a humanidade, ainda tão distante das vivências evangélicas. Urge enfileirarmo-nos ao lado dos batalhadores das ultimas horas, pelos nossos testemunhos, respondendo aos apelos do Plano Espiritual e integrando-nos na preparação cíclica do Terceiro Milênio.

Onde fazer a Reforma Íntima? Primeiramente dentro de nós mesmos, cujas transformações se refletirão depois em todos os campos de nossa existência, no nosso relacionamentos com familiares, colegas de trabalho, amigos e inimigos e, ainda, nos meios em que colaborarmos desinteressadamente com serviços ao próximo.

Quando fazer a Reforma Íntima? O momento é agora e já; não há mais o que esperar.

O tempo passa e todos os minutos são preciosos para as conquistas que precisamos fazer no nosso íntimo. Como fazer a Reforma Íntima?

Ao decidirmos iniciar o trabalho de melhorar a nós mesmos, um dos meios mais efetivos é uma Escola de Aprendizes do Evangelho, cujo objetivo central é exatamente esse.

Com a orientação dos dirigentes, num regime disciplinar, apoiados pelo próprio grupo e pela cobertura do Plano Espiritual, conseguimos vencer as naturais dificuldades de tão nobre empreendimento, e transpomos as nossas barreiras. Daí em diante o trabalho continua de modo progressivo, porem com mais entusiasmo e maior disposição. Mas, também, até sozinhos podemos fazer a nossa Reforma Íntima, desde que nos empenhemos com afinco e denodo, vivendo coerentemente com os ensinamentos de Jesus.

Extraído do manual Prático do Espírita

 

OPINIÕES CONTRÁRIAS

Em muitos episódios da experiência humana, é provável que a provação te bata à porta.

Não te aflijas.

Recebe-a com serenidade e bom ânimo.

* Por mais grave a situação, não te precipites com decisões na base da insegurança.

* Estuda o desafio que as circunstâncias te lançam em rosto.

* Sobretudo, não emprestes qualquer traço sinistro às dificuldades que se te apresentem.

* É possível te vejas sob o peso das chamadas “opiniões gerais”. Entretanto, nem todas as manifestações das “opiniões gerais” se harmonizam com a realidade. Asserena-te e ora, preparando-te para os esclarecimentos necessários, que surgirão em momento oportuno.

* Não admitas a ansiedade por mentora de tuas resoluções. Ainda mesmo que todos os itens da luta em que te encontras, sejam formulados pelos outros, contra o teu modo de agir e de ser, guarda a consciência tranquila e não temas.

* É possível que todas as opiniões em derredor de ti se façam contrárias, entretanto, conserva a paciência e espera por Deus, porque a opinião dos Mensageiros de Deus pode ser diferente.

Livro Convivência, Chico Xavier pelo espírito de Emmanuel

 

O que é necessário para ser feliz?

Resposta das entidades:

“Não depender de coisas para sê-lo.”

Sabedoria de Preto Velho pergunta aos espíritos

Então podemos concluir que a independência de tudo gera a felicidade plena.

Resposta das entidades:

“Não há independência absoluta, nenhum ser é independente, entretanto, fazemos uma observação cabível ao vosso entendimento.
Não ser dependente não significa independência, pois o que tomais como independência nada mais é do que individualidade, como já o possuís, entretanto, colocar a felicidade própria nas dependências de qualquer outra coisa, pessoa ou outros, que obedece as leis divinas da transformação, certamente causará frustrações inevitáveis, frustrações essas criadas por vós mesmos ao considerar que algo possa ser inalterável e perpétuo.”

OXOSSI

Divindade da caça que vive nas florestas. Seus principais símbolos são o arco e flecha, chamado Ofá, e um rabo de boi chamado Eruexim. Em algumas lendas aparece como irmão de Ogum e de Exú.
Oxossi é o rei de Keto, filho de Oxalá e Yemanjá, ou, nos mitos, filho de Apaoka (jaqueira). É o Orixá da caça; foi um caçador de elefantes, animal associado à realeza e aos antepassados. Diz um mito que Oxossi encontrou Iansã na floresta, sob a forma de um grande elefante, que se transformou em mulher. Casa com ela, tem muitos filhos que são abandonados e criados por Oxum.
Oxossi vive na floresta, onde moram os espíritos e está relacionado com as árvores e os antepassados. As abelhas pertencem-lhe e representam os espíritos dos antepassados femininos. Relaciona-se com os animais, cujos gritos imita a perfeição, e caçador valente e ágil, generoso, propicia a caça e protege contra o ataque das feras. Um solitário solteirão, depois que foi abandonado por Iansã e também porque na qualidade de caçador, tem que se afastar das mulheres, pois são nefastas à caça.
Está estreitamente ligado a Ogum, de quem recebeu suas armas de caçador. Ossãe apaixonou-se pela beleza de Oxossi e prendeu-o na floresta. Ogum consegue penetrar na floresta, com suas armas de ferreiro e libertá-lo. Ele esta associado, ao frio, à noite, à lua; suas plantas são refrescantes.
Em algumas caracterizações, veste-se de azul-turquesa ou de azul e vermelho. Leva um elegante chapéu de abas largas enfeitados de penas de avestruz nas cores azul e branco. Leva dois chifres de touro na cintura, um arco, uma flecha de metal dourado. Sua dança sumula o gesto de atirar flechas para a direita e para a esquerda, o ritmo é “corrido” na qual ele imita o cavaleiro que persegue a caça, deslizando devagar, às vezes pula e gira sobre si mesmo. É uma das danças mais bonitas do Candomblé.

Orixá das matas, seu habitat é a mata fechada, rei da floresta e da caça, sendo caçador domina a fauna e a flora, gera progresso e riqueza ao homem, e a manutenção do sustento, garante a alimentação em abundância, o Orixá Oxossi está associado ao Orixá Ossaê, que é a divindade das folhas medicinais e ervas usadas nos rituais de Umbanda.
Irmão de Ogum, habitualmente associa-se à figura de um caçador, passando a seus filhos algumas das principais características necessárias a essa atividade ao ar livre: concentração, atenção, determinação para atingir os objetivos e uma boa dose de paciência.
Segundo as lendas, participou também de algumas lutas, mas não da mesma maneira marcante que Ogum.
No dia-a-dia, encontramos o deus da caça no almoço, no jantar, enfim em todas as refeições, pois é ele que provê o alimento. Rege a lavoura, a agricultura, permitindo bom plantio e boa colheita para todos.
Segundo Pierre Verger, o culto a Oxossi é bastante difundido no Brasil mas praticamente esquecido na África. A hipótese do pesquisador francês é que Oxossi foi cultuado basicamente no Keto, onde chegou a receber o título de rei. Essa nação, porém foi praticamente destruída no século XIX pelas tropas do então rei do Daomé. Os filhos consagrados a Oxossi foram vendidos como escravos no Brasil, Antilhas e Cuba. Já no Brasil, o Orixá tem grande prestígio e força popular, além de um grande número de filhos.
O mito do caçador explica sua rápida aceitação no Brasil, pois identifica-se com diversos conceitos dos índios brasileiros sobre a mata ser região tipicamente povoada por espíritos de mortos, conceitos igualmente arraigados na Umbanda popular e nos Candomblés de Caboclo, um sincretismo entre os ritos africanos e os dos índios brasileiros, comuns no Norte do País.
Talvez seja por isso que, mesmo em cultos um pouco mais próximos dos ritos tradicionalistas africanos, alguns filhos de Oxossi o identifiquem não com um negro, como manda a tradição, mas com um Índio.
Oxossi é o que basta a si mesmo. A ele estiveram ligados alguns Orixás femininos, mas o maior destaque é para Oxum, com quem teria mantido um relacionamento instável, bem identificado no plano sexual, coisa importante tanto para a mãe da água doce como para o caçador, mas difícil no cotidiano, já que enquanto ela representa o luxo e a ostentação, ele é a austeridade e o despojamento.MEU GLORIOSO PAI BENEDITO DE ARUANDASaravá o bondoso Preto-Velho de Umbanda Pai Benedito de Aruanda, alma bendita e abençoada, que um dia nasceu nas terras da velha mãe África.

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